sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Mulheres no mundo da bola

Acredito que já tenha expressado aqui no Percepções o quanto gosto de futebol: de assistir, debater, expressar minhas opiniões sobre o assunto e sempre tive vontade de criar um blog para falar sobre.

Estava amadurecendo essa ideia na minha cabeça até que resolvi coloca-lo em prática, os nomes começaram a borbulhar na minha cabeça até que surgiu Mulheres no Mundo da Bola.

Para arte do cabeçalho pensei no campo de futebol e na bola elementos essenciais desse esporte que é emocionante e apaixonante e o nome Mulheres no Mundo da Bola jogado em ritmo como se remetesse o nosso futebol que sempre vem recheado com um pouco de catimba e de samba, por isso o nome solto em ondas e para o rodapé o movimento mais uma vez se faz presente com o nome do blog e a bola como se remetesse a uma assinatura.



As cores do blog permanecem clean como aqui no Percepções e uso o branco e o verde, sobre essa última cor não preciso nem defender a ideia.



Aqui esta os layouts que fazem parte do meu novo blog, espaço aberto para discussões futibolísticas e espero encontrar lá o mesmo carinho que encontro aqui de vocês.

Acesse o meu novo Blog
Mulheres no Mundo da Bola e vamos juntos iniciar essa grande partida.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O Pote


Acredito que compartilhar histórias que possam nos fazer refletir é fundamental para repensarmos um pouco as nossas vidas.

Certa vez, o mestre pegou um pote de barro, chamou o seu discípulo e colocou algumas pedras, muito grandes, dentro do pote e perguntou ao discípulo: Está cheio?
E o discípulo respondeu: Sim.

O mestre pegou uma sacolinha cheia de pedregulhos, a virou dentro do pote e tornou a perguntar ao seu discípulo: E agora, o pote está cheio?
O discípulo respondeu com firmeza: Sim, mestre. Desta vez o pote está totalmente cheio.

O mestre então pegou uma lata de areia e a derramou dentro do pote, a areia preencheu os espaços entre as pedras grandes e os pedregulhos.

Após o mestre encher o pote com a areia até o topo, o discípulo afoito disse: Pronto! Agora acabou mestre, não é possível colocar mais nada neste pote. O mestre respondeu com um sorriso e virou um copo d'água dentro do pote de barro. A água encharcou e saturou a areia.

Depois disso, o mestre pegou um novo pote vazio e pediu que o discípulo repetisse a experiência, só que desta vez na ordem inversa dos elementos. O discípulo começou colocando a água, depois areia, depois os pedregulhos e por último tentou colocar as pedras grandes, mas estas já não couberam no vaso, pois boa parte havia sido ocupada com coisas menores.

O mestre então se dirigiu ao discípulo e concluiu a lição: O pote de barro é a nossa vida. A nossa disponibilidade de tempo é o que cabe dentro do nosso pote.

As pedras grandes são as coisas realmente importantes da sua vida: seu relacionamento com Deus, com a família e amigos, seu crescimento espiritual e pessoal. Se você der prioridade a isso as demais coisas se ajustarão por si só: seus afazeres com a profissão, seus bens e direitos materiais, seu lazer e todas as demais coisas menores que completam a vida.

No entanto, se você preenche seu tempo com coisas pequenas, as realmente importantes nunca terão espaço em sua vida. Nesta experiência vimos que o tempo é, antes de tudo, uma questão de prioridades, de saber o que vem em primeiro lugar.

Muitas vezes perdemos a nossa saúde para ter mais dinheiro para depois perder o dinheiro para ter mais saúde. Adicionamos dias à extensão de nossas vidas, mas esquecemos de adicionar vida à extensão dos nossos dias.

Engolimos os fatos da vida da mesma forma que engolimos o alimento no horário de almoço. Precisamos aprender a saborear a vida. Viver é saber transformar os pequenos instantes em grandes momentos.

A felicidade não é um destino, é uma caminhada. Caminhando pela vida entre as coisas que passam é que vamos aprendendo a abraçar as coisas que não passam.

Seja o dono do seu pote e o transforme em um pote de felicidade.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Criando para grandes marcas

Semana passada, participei da Semana Nacional de Criação, o evento realizado pelo Papo Criativo reuniu feras da publicidade como Daniela Meirelles – diretora e fundadora da Dbrand, José Carlos Veronesi – agência Publics, Ana Castelo Branco – passagens pela W/Brasil, Fischer América e Africa e Nino Carvalho – referência nacional em marketing digital e comunicação online.

Vou falar um pouco do que a Ana Castelo Branco proferiu em sua palestra, só para começo ela fez parte da dupla de criação da campanha da Assolan e da polêmica campanha da Brahma entre outros. Ela disse que a criação de uma campanha depende muito do tempo que você tem, e esse tempo pode favorecê-lo ou não e o processo de criação ideal é quando o redator e diretor de arte começam criando juntos, se isso não é possível um ou outro inicia o trabalho.

O importante nesse processo é saber conceituar, formular um conceito e falar a verdade do seu produto, serviço ou marca de uma forma que ninguém havia feito. E você pode exercitar esse processo e se posicionar por meio do humor, da argumentação, fixação ou mesmo com o uso de celebridade. A segunda etapa é decidir o caminho a se tomar e por fim exercitar, exercitar e exercitar. Segundo Ana Castelo Branco “exercitar é o caminho” e para criar "Se feche em uma sala e coloque uma boa música"

O importante também nesse processo é estar sempre preparado, como havia dito no post do Chevrolet Agile, estar sempre antenado com as notícias e com o que acontece afinal tudo pode se transformar em uma ideia criativa, o importante é saber por em prática.

Saber criar para o seu público-alvo é de suma importância para obter excelentes resultados.

Confira o vídeo da Evian que ilustra bem como fazer uma peça criativa usando elementos fortes como uma boa música. Já Tinha visto esse video no Festival Internacional de Gramado em 2005 e foi ótimo relembrar na palestra Criando para grandes marcas com a Ana.


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Celulite sim, qual é o problema

Sinceramente deixem a hipocrisia um pouco de lado, afinal 99% das mulheres tem celulite, e daí, as famosas têm, as anônimas têm, todo mundo tem.

Celebridades como Carolina Dieckmann e Beyoncé foram flagradas esta semana com essas coisas desagradáveis nas pernas, poxa elas são mortais como qualquer outra, fico cansada com essa ditadura da beleza, onde todas precisam ser lindas, magras e altas, e acima de tudo precisam apresentar um corpo malhado, lisinhos sem as indesejáveis cascas de laranjas nas pernas, nos bumbuns ou qualquer outra parte do corpo.

Imagina até modelo tem celulite porque não posso ter? O importante mesmo é estar bem com o próprio corpo, se sentir linda e mostrar que é linda com ou sem celulite. E sinceramente não é isso que vai fazer você ser melhor ou pior que ninguém. Se ela não faz parte da sua vida, não se preocupe certamente um dia ela fará, não tem jeito.

Triste é ver que às vezes a mídia massacra e deixa a entender que famosas como elas não podem em hipótese nenhuma ter celulite parece até terrorismo, o importante mesmo é ser feliz e viver.




Celulite esta ai, em todo mundo. Fazer o que!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Saudade – O amor que fica

Recebi esse e-mail e a história é tão linda e comovente que gostaria de compartlhar com vocês meus queridos leitores do blog Percepções. Confira

Depoimento de um médico oncologista do Recife.

No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar de crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem com suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.

Nós médicos somos treinados para nos sentirmos "deuses". Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a frequentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.

Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim.

Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.

Mas nunca vi meu anjo fraquejar. Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro. Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano! Mas via confiança e determinação. Ela entregava o bracinho à enfermeira e com uma lágrima nos olhos dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa. Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.

Meu anjo respondeu: - Tio, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!

Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei: - E o que a morte representa para você, minha querida? - Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é? (Lembrei que minhas filhas, na época com 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.) - É isso mesmo, e então? - Vou explicar o que acontece, continuou ela: Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é? - É isso mesmo querida, você é muito esperta! - Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei "entupigaitado". Boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação. - E minha mãe vai ficar com muita saudade minha, emendou ela. Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo: - E o que saudade significa para você, minha querida? - Não sabe não, tio?

Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!

Um anjo passou por mim...

Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.

Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci. Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.

Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo "meu anjo, que brilha e resplandece no céu". Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa. Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudades! O amor que ficou é eterno.

Depoimento de Rogério Brandão – Médico Oncologista

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Chevrolet Agile

Sabe o que mais me chamou a atenção ao ver essa propaganda pela primeira vez, não foi a marca, nem o carro, muito menos o BG, e sim o texto, que por sinal é muito bom, ultimamente penso que um bom texto publicitário pode transformar uma simples campanha em algo realmente brilhante e que venda.

Esse VT retrata o que é de verdade ser um publicitário – profissional que só de pensar, logo vem aquela ideia na cabeça de que o cara mexe com “coisinha” não leva nada muito a sério, vai trabalhar de qualquer jeito, que para criar precisa de um monte de “sacanagem” – mas não é esse o perfil do publicitário, e esse comercial pode falar por toda nossa classe.

O profissional de publicidade é antenado com as tendências, com o que acontece no mundo, minuto a minuto, precisa ler, ver, ouvir, saber o que esta acontecendo, porque cada fato pode se transformar em uma ideia criativa, e nesse comercial podemos ver perfeitamente como isso acontece.

A redação publicitária é fantástica, afinal todo o texto é baseado em fatos passados ou mesmo os que estão em voga e tudo isso para vender um sonho, uma conquista da Chevrolet, o Agile.

Vendemos produtos e serviços e transformamos em sonho, mas acima de tudo vendemos também acontecimentos.

Confira o vídeo - Imagine